Caderno de quotes de livros: A Arquitetura da Felicidade

A primeira vez que ouvi falar do “A Arquitetura da Felicidade” foi no filme “500 Dias com Ela”. Por causa do nome (e também um pouco pelo contexto da cena), eu achei que era um livro de autoajuda, mas não, gente; é de arquitetura mesmo. A Su me emprestou o dela, e eu gostei bastante. Algumas passagens para o meu caderno de quotes de livros:

“É no diálogo com a dor que muitas coisas belas adquirem o seu valor.” (p. 25)

“Numa sugestão mais abrangente, John Ruskin propôs que busquemos em nossos prédios duas coisas. Queremos que eles nos abriguem. E queremos que eles falem conosco – que falem conosco sobre aquilo que achamos importante e precisamos ser lembrados.” (p. 62)

“Em essência, o design e a arquitetura nos falam sobre o tipo de vida que deveria desenvolver-se mais adequadamente dentro e ao redor deles. Eles nos falam de certos estados de espírito que buscam incentivar e sustentar. Enquanto nos mantêm aquecidos e nos ajudam mecanicamente, eles nos convidam a sermos tipos específicos de pessoas. Eles falam de visões de felicidade.

Descrever um prédio como belo, portanto, sugere mais do que uma simples afeição estética; implica uma atração pelo estilo particular de vida que esta estrutura está promovendo com seu telhado, maçanetas, molduras de janelas, escadas e móveis. Sentir uma sensação de beleza é sinal de que encontramos uma expressão material de certas ideias que temos do que seja viver bem.” (p. 72)

“A noção de que as construções falam nos ajuda a colocar no centro das nossas charadas arquitetônicas a questão dos valores segundo os quais queremos viver – e não meramente como queremos que as coisas pareçam.” (p. 73)

“Stendhal propôs a expressão mais cristalina da íntima associação entre gosto visual e os nossos valores quando escreveu: ‘O belo é a promessa de felicidade.’” (p. 98)

“Utilizando a palavra abrangente ‘felicidade’, Stendhal levou em conta a vasta gama de objetivos que as pessoas perseguem. Compreendendo que a humanidade estará sempre em conflito com relação aos seus gostos visuais assim como aos seus valores éticos, ele observou: ‘Existem tantos estilos de beleza quanto visões de felicidade.’” (p. 100)

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