Caderno de quotes de livros: A Vida, o Universo e Tudo Mais

A terceira parte da série do Douglas Adams para o meu caderno de quotes de livros:

“Um POP é alguma coisa que não podemos ver, ou não vemos, ou nosso cérebro não nos deixa ver porque pensamos que é um problema de outra pessoa. É isso que POP quer dizer: Problema de Outra Pessoa. O cérebro simplesmente o apaga, como um ponto cego. Se você olhar diretamente para ele, não verá nada, a menos que saiba exatamente o que é. A única chance é conseguir ver algo olhando de soslaio.” (p. 34)

“É um erro acreditar que é possível resolver qualquer problema importante usando apenas batatas.” (p. 161)

Caderno de quotes de livros: O Restaurante no Fim do Universo

Um parágrafo da segunda parte da série do Douglas Adams, pro meu caderno de quotes de livros:

“É fato conhecido que há um número infinito de mundos, simplesmente porque há um espaço infinito para que esses mundos existam. Todavia, nem todos são habitados. Assim, deve haver um número finito de mundos habitados. Qualquer número finito dividido por infinito é tão perto de zero que não faz diferença, de forma que a população de todos os planetas do Universo pode ser considerada igual a zero. Disso podemos deduzir que a população de todo o Universo também é zero, e que quaisquer pessoas que você possa encontrar de vez em quando são meramente produtos de uma imaginação perturbada.” (p. 138)

Caderno de quotes de livros: O Guia do Mochileiro das Galáxias

Um dos poucos livros que já li mais de uma vez. Pro caderno de quotes de livros:

“Trillian desconfiava que ele conseguia levar uma vida tão louca e bem-sucedida principalmente por não entender jamais o verdadeiro significado de nada que ele fazia.” (p. 93)

“Ford contemplava o espetáculo de luz à sua frente, ardendo de entusiasmo; porém era apenas o entusiasmo de ver um planeta que jamais vira antes; isso lhe bastava. Irritava-o um pouco a necessidade que Zaphod tinha de criar uma fantasia ridícula para poder se empolgar com a cena. Toda essa bobagem de Magrathea parecia-lhe infantil. Não basta apreciar a beleza de um jardim, sem ter que imaginar que há fadas nele?” (p. 119)