Caderno de quotes de livros: The Graveyard Book

Acho que o Neil Gaiman estava empatado com o George R. R. Martin na minha lista de autores cujos livros eu mais li; mas com as leituras que tenho feito pro curso dele no MasterClass, o Neil está agora isolado no topo. Só de títulos listados aqui no caderno de quotes de livros, são cinco, contando com este, e ainda tem os que eu li antes de começar o blog.

Gostei muitão de “The Graveyard Book”. Ele me deixou com uma vibe de “poxa, eu queria ter escrito esse livro”. Talvez seja o meu preferido do Neil Gaiman. Fiquei apegada ao Silas, e confesso que dei uma choradinha quando a história estava chegando ao fim. Algumas aspas para ficar registrado:

“’You are ignorant, boy,’ said Miss Lupescu. ‘This is bad. And you are content to be ignorant, which is worse.’” (p. 71)

“’You’re alive, Bod. That means you have infinite potential. You can do anything, make anything, dream anything. If you change the world, the world will change. Potential. Once you’re dead, it’s gone. Over. You’ve made what you’ve made, dreamed your dream, written your name. You may be buried here, you may even walk. But that potential is finished.’”. (p. 179)

“Fear is contagious. You can catch it. Sometimes all it takes is for someone to say they’re scared for the fear to become real.” (p. 188)

“People want to forget the impossible. It makes their world safer.” (p. 289)

Caderno de quotes de livros: Coraline

Eu comprei o curso de storytelling do Neil Gaiman no MasterClass, e logo na primeira aula ele fala sobre “Coraline”, que eu ainda não tinha lido. Assim que o vídeo terminou, eu comprei no Kindle e li tudo em dois dias. A tecnologia é um negócio muito mágico, né?

Gostei bastante da história, como gosto de tudo que o Neil Gaiman faz. Achei o livro muito melhor do que o filme, que assisti logo depois da leitura. Fiquei pensando depois sobre livros X filmes (ou séries), e fiquei na dúvida se realmente o livro é sempre melhor, ou se o melhor é o que você consome primeiro. Enfim. Aspas para o caderno de quotes de livros:

“The cat yawned slowly, carefully, releaving a mouth and tongue of astounding pinkness. ‘Cats don’t have names,’ it said.
‘No?’ said Coraline.
‘No,’ said the cat. ‘Now, you people have names. That’s because you don’t know who you are. We know who we are, so we don’t need names.’” (p. 43)

“It is astonishing just how much of what we are can be tied to the beds we wake up in in the morning, and it is astonishing how fragile that can be.” (p. 81)

“Coraline shivered. She preferred the other mother to have a location: if she were nowhere, then she could be anywhere. And, after all, it is always easier to be afraid of something you cannot see.” (p. 113)

“The sky had never seemed so sky, the world had never seemed so world.” (p. 166)

Caderno de quotes de livros: Lugar Nenhum

O terceiro livro do Neil Gaiman que leio neste ano, e só tenho uma coisa a dizer: MOAR!

Pro caderno de quotes de livros:

“O marquês enfiou as mãos bem fundo nos bolsos do casaco. E sorriu; sorriu como um gato recém-encarregado de tomar conta de uma casa cheia de canários agitados porém roliços.” (p. 118)

“… ele tinha a política estrita de nunca repetir o mesmo erro, pelo menos não intencionalmente.” (p. 310)

Caderno de quotes de livros: O Oceano no Fim do Caminho

Tava passeando na Fnac hoje e vi o “O Oceano no Fim do Caminho”, do Neil Gaiman, que o Allan tinha me indicado uma vez e que eu acabei não encontrando na época. Peguei e sentei numa das poltronas que ficam no segundo andar pra dar uma folheada rapidinha; e só parei horas depois, quando meu estômago começou a roncar. Já tinha lido mais da metade do negócio. Comprei, voltei pra casa e terminei de ler no fim da tarde. Recomendo. Para o caderno de quotes de livros:

“Ao lado da lareira, a gatinha bebia o leite cremoso do outro pires e ronronava tão alto que dava para ouvir do outro lado do cômodo. Queria saber ronronar também. Eu teria ronronado naquele momento.” (p. 127)

“Não tenho saudade da infância, mas sinto falta da forma como eu encontrava prazer em coisas pequenas, mesmo quando coisas maiores desmoronavam.” (p. 169)

“Pessoas diferentes se lembram das coisas de jeitos diferentes, e você nunca vai ver duas pessoas se lembrando de uma coisa da mesma forma, estivessem elas juntas ou não. Se elas estiveram uma ao lado da outra ou do outro lado do mundo, isso não faz a menor diferença.” (p. 196)

Caderno de quotes de livros: Good Omens

Comecei a usar a ferramenta de trocas do Skoob (obrigada pela dica, Yo!) e, depois de despachar dois títulos, peguei o “Good Omens”, do Terry Pratchett & Neil Gaiman. Achei divertido, e separei dois trechos para o meu caderno de quotes de livros:

“It may help to understand human affairs to be clear that most of the great triumphs and tragedies of history are caused, not by people being fundamentally good or fundamentally bad, but by people being fundamentally people.” (p. 30)

“Dog sat at Adam’s feet. He had tried to help, chiefly by exhuming a bone he had buried four days earlier and dragging it to Adam’s feet, but all Adam had done was stare at it gloomily, and eventually Dog had taken it away and inhumed it once more. He had done all he could.” (p. 395)