Caderno de quotes de livros: Lugar Nenhum

O terceiro livro do Neil Gaiman que leio neste ano, e só tenho uma coisa a dizer: MOAR!

Pro caderno de quotes de livros:

“O marquês enfiou as mãos bem fundo nos bolsos do casaco. E sorriu; sorriu como um gato recém-encarregado de tomar conta de uma casa cheia de canários agitados porém roliços.” (p. 118)

“… ele tinha a política estrita de nunca repetir o mesmo erro, pelo menos não intencionalmente.” (p. 310)

Caderno de quotes de livros: O Oceano no Fim do Caminho

Tava passeando na Fnac hoje e vi o “O Oceano no Fim do Caminho”, do Neil Gaiman, que o Allan tinha me indicado uma vez e que eu acabei não encontrando na época. Peguei e sentei numa das poltronas que ficam no segundo andar pra dar uma folheada rapidinha; e só parei horas depois, quando meu estômago começou a roncar. Já tinha lido mais da metade do negócio. Comprei, voltei pra casa e terminei de ler no fim da tarde. Recomendo. Para o caderno de quotes de livros:

“Ao lado da lareira, a gatinha bebia o leite cremoso do outro pires e ronronava tão alto que dava para ouvir do outro lado do cômodo. Queria saber ronronar também. Eu teria ronronado naquele momento.” (p. 127)

“Não tenho saudade da infância, mas sinto falta da forma como eu encontrava prazer em coisas pequenas, mesmo quando coisas maiores desmoronavam.” (p. 169)

“Pessoas diferentes se lembram das coisas de jeitos diferentes, e você nunca vai ver duas pessoas se lembrando de uma coisa da mesma forma, estivessem elas juntas ou não. Se elas estiveram uma ao lado da outra ou do outro lado do mundo, isso não faz a menor diferença.” (p. 196)

Caderno de quotes de livros: Good Omens

Comecei a usar a ferramenta de trocas do Skoob (obrigada pela dica, Yo!) e, depois de despachar dois títulos, peguei o “Good Omens”, do Terry Pratchett & Neil Gaiman. Achei divertido, e separei dois trechos para o meu caderno de quotes de livros:

“It may help to understand human affairs to be clear that most of the great triumphs and tragedies of history are caused, not by people being fundamentally good or fundamentally bad, but by people being fundamentally people.” (p. 30)

“Dog sat at Adam’s feet. He had tried to help, chiefly by exhuming a bone he had buried four days earlier and dragging it to Adam’s feet, but all Adam had done was stare at it gloomily, and eventually Dog had taken it away and inhumed it once more. He had done all he could.” (p. 395)