Pedacinhos de Israel

Hoje completa-se um mês que eu voltei de Israel. Parece mais tempo, mas também parece que eu estava lá há pouco, descobrindo a encantadora fauna local, visitando os lugares que fizeram parte do imaginário da minha infância e me empanturrando de coisas gostosas.

Fica aqui um post comemorativo, só com fotos que fiz de pedacinhos da viagem:

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(Fotos: Sarah Lee/Gaveta de Esquilo. Mais sobre a minha viagem a Israel aqui.)

Eilat e o Mar Vermelho

Depois do Mar Morto e de Massada, fomos em direção ao Mar Vermelho e ficamos baseados em Eilat, que é a cidade mais meridional de Israel e um resort importante para o turismo no país – a média lá é de 360 dias de sol por ano.

Como a gente fez snorkel durante a maior parte do tempo e eu não possuo câmera aquática, não tenho muitas fotos pra mostrar (GoPro, me patrocina!). Mas posso afirmar que Eilat é uma graça e fechou com perfeição essa viagem da qual vou lembrar para sempre com muito carinho. Ah, uma recomendação: se vocês forem para lá um dia, vão ao restaurante Rak Dagim! Não tenho foto pra mostrar porque eu estava com fome (hihi), mas sério, melhor prato de camarão e melhor crème brûlée da vida.

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Oi, Mar Vermelho! Foto: Sarah Lee/Gaveta de Esquilo
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Olá, peixinhos! Foto: Sarah Lee/Gaveta de Esquilo
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Tchau, Mar Vermelho! Foto: Sarah Lee/Gaveta de Esquilo

Massada, Patrimônio Mundial da Unesco – parte 2

No caminho entre o Mar Morto e o Mar Vermelho, paramos em Massada e decidimos fazer a trilha a pé para ver o nascer do sol lá do alto da montanha (foto e descrição aqui).

A paisagem natural é incrível, e isso já começa a justificar o título de Patrimônio Mundial da Humanidade concedido pela Unesco em 2001; mas o que engrossa o caldo é o contexto histórico.

No topo plano da montanha fica a fortaleza de Massada, construída mais ou menos no ano 31 a.C. a mando do rei Herodes. No início da grande revolta judaica contra Roma, em 66 d.C., o lugar foi conquistado por um grupo de rebeldes judeus, e Massada acabou se tornando a última resistência da Primeira Guerra Judaico-Romana. Em 72 iniciou-se o cerco romano a Massada e, em 73, eles conseguiram romper o muro da cidadela. Quando as tropas romanas invadiram o lugar, porém, elas descobriram que 960 judeus que viviam ali preferiram se matar a serem capturados vivos.

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(Fotos: Sarah Lee/Gaveta de Esquilo)

I love Mar Morto

Fomos de carro de Jerusalém até o leste do país; que especial foi passear pelo deserto israelense (vídeo aqui)! E quando a gente foi se aproximando da costa e o Mar Morto começou a surgir na nossa frente? Eu sei que a galera ri desse movimento que tem rolado no Instagram, de postar foto de agradecimento e marcar com #blessed, mas olha, eu não tenho outra palavra pra descrever a viagem que fiz com essas duas pessoas que moram uma no Brasil e outra em Israel no meu coraçãozinho.

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Quase chorei! Foto: Sarah Lee/Gaveta de Esquilo

Pensem no Mar Morto. Vocês também visualizaram as poças naturais de lama e os turistas pegando a lama e se lambuzando de lama e ficando lindos com a lama? Então, não tem lama.

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Paz e amor e cloreto de sódio. Curiosidade 1: na parte rasa, dá para sentir os cristais de sal que se acumulam no chão. Curiosidade 2: quando você sai do mar, a água que fica na sua pele tem uma sensação de óleo. Foto: Sarah Lee/Gaveta de Esquilo

Sobre o Mar Morto em si: gente, é engraçadíssimo. Como ele é 9,6 vezes mais salgado que o oceano, tem o esquema de que é muito, muito fácil boiar. Só que demora um pouco pra pessoa conseguir achar a posição certa dentro da água e relaxar o corpo – e até isso acontecer, você fica fazendo tonhonhóim de um lado pro outro e de cima pra baixo, tipo um joão-bobo aquático.

I <3 Mar Morto.